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 In die Nacht

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dikas



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MensagemAssunto: In die Nacht   Seg Nov 17, 2008 6:38 am

HaLLoOoOOO Wink

O meu nome é dIkAs e fiquei super contente quando recebi o convite da KoKiNhas e da Catz para postar as minhas Fics aqui!
Espero que gostem... é ligeiramente viciante (até para quem escreve acreditem!!!) espero não vos traumatizar... mas caso isso aconteça, não se preocupem que tenho uma amiga psicóloga e ela ajuda-vos a superar o trauma LolOloL

Vou postar 2 capitulos de cada vez para que possam ter um BoNuS todos os dias!!! Espero sinceramente que gostem Wink (algumas de vocês já a devem conhecer LoOl)

* * * KiSsEs * * *





Pairing - Relação Amorosa e SexuaL em iminência... Sex Content
Warnings - Altamente viciante
Summary - Carol, conhece um rapaz que começa por ser um grande inconveniente e revela-se uma grande surpresa...


Última edição por dikas em Ter Nov 18, 2008 2:51 pm, editado 1 vez(es)
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dikas



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MensagemAssunto: Re: In die Nacht   Seg Nov 17, 2008 6:44 am








1º Capitulo


Nunca lhe tinha acontecido nada igual, um parvo de um puto com a mania que tinha estilo andava podre de bêbado atrás dela. Já eram 4 da manhã e ela queria ir para casa mas o puto não a largava por nada, o que vale é que lhe ia oferecendo o que beber e até era giro, mas tinha um ego do tamanho do mundo, via-se mesmo que era o tipo de rapaz que tinha as miúdas todas atrás dele, ou seja, o tipo que ela detestava, o tipo que acabava sempre na lista de exs dela, aquele tipo que era nitidamente a cara dela por um mesinho ou dois até começar a melgar ou olhar para as outras de modo interessado.

Finalmente, tinha conseguido ver-se livre dele, ainda bem, porque caso contrário já sabia onde a conversa ia parar. Caroline estava agora sozinha na discoteca, os amigos tinham ido embora, no seu telemóvel tinha uma mensagem da sua melhor amiga Natalie:

De: Nat
Tou a ver que já te safaste esta noite….vai lá, diverte-te! Mas com juízo =p

Não podia ser…a Nat, a melhor amiga dela desde os seus tempos de escola, pensou mesmo que ela estava interessada naquele puto parvo! Sabia que tinha mau gosto para rapazes, mas também não era tão mau assim.
“E agora?” – pensava Carol – “Como é que vou para casa? Fogo…que merda, lá vou eu ter de gastar dinheiro na porcaria de um táxi! Chulos!”

Um carro pára à sua frente. E que carro! “ Era o que me faltava, ainda tenho de levar com o segundo round desta personagem!” disse entre dentes.

- Então, ainda não mudas-te de opinião? Tens a certeza que não queres vir comigo? – disse o rapaz.
- Não, obrigada. Estou à espera dos meus amigos. – Mentira!!! Mas who cares? Desde que a personagem fosse passear-se sozinha para outras bandas no carrão do papá que orgulhosamente exibia!
- Ok, tu é que ficas a perder! Podíamos fazer tantas coisas juntos…
- Pois é, já viste! Vou-me arrepender para sempre…que chatice!
– disse ela ironicamente.
- Tu é que sabes…
- Olha lá, tu estás mesmo a pensar guiar com a bebedeira que tens em cima?
– só agora se tinha apercebido que o rapaz devia ter uma veia suicida, guiar com aquela bebedeira era um convite para a morte.
- Não seria a primeira vez! Mas se me quiseres acompanhar a casa para ter a certeza que chego bem… – disse ele com um ar sedutor.

Que porcaria, não tinha vontade nenhuma de estar muito mais tempo com aquele puto parvo, mas também não tinha boleia para casa, e assim era da maneira que não pagava táxi.

- Só se me deixares ir a guiar – disse ela
- Por mim….

“Paciência!” – pensou Carol, sempre era melhor que nada. Aturava-o um bocadinho mais e tinha boleia para casa.
Esperou que o rapaz saísse do lugar do condutor e se mudasse para o lugar do pendura, e entrou no carro. Nunca tinha guiado um carro tão grande, mas não devia ser muito diferente dos outros. Ligou o carro, e fez-se à estrada
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dikas



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MensagemAssunto: Re: In die Nacht   Seg Nov 17, 2008 6:44 am

2º Capitulo


Ele olhava-a atentamente.

- Viras na próxima à esquerda, segues até à rotunda, sais na primeira à direita e é no fim dessa rua à esquerda. – disse ele enrolando as palavras

Curioso, nunca se tinha sentido atraído por raparigas como ela. Devia ser mais velha que ele, mais 2 aninhos tinha de certeza. Não era a típica rapariga com o look de modelo, magrinha com feições que pareciam esculpidas à mão. Não. Era uma rapariga normal, olhos e cabelos castanhos, uma gordurinha aqui e outra ali, mas tinha um charme natural, via-se que era dona do seu nariz, e ele gostava delas assim, embora elas nunca se sentissem atraídas por ele.

- Ainda não me disseste o teu nome! – Disse ele numa tentativa de saber um pouco mais daquela rapariga que o intrigava.
- Também não me disseste o teu. – Retorquiu ela, que não estava para lhe dar muita conversa. Os bêbados têm tendência a filosofar em demasia.
- Tu não sabes quem eu sou?
- Era suposto saber?
“Fogo, isto é que é ter ego!” pensou Carol.
- Estás a gozar? – olhou-a embasbacado. Era impossível ela não saber quem ele era, devia ser mais uma daquelas gajas que arranjavam grande conversa para se fazerem de inocentes, mas no fundo sabiam muito bem quem ele era.
- Não! Olha vai olhando para a estrada que eu não conheço estas ruas – disse-lhe ao reparar que ele olhava para ela com um ar muito espantado.
- Tu não sabes quem eu sou? – Insistiu.
- Fogo, já disse que não! - “Raio do puto, tem mesmo a mania!” – pensou Carol, só lhe faltava ter de aturar as conversas cheias de ego de um menino do papá às 4 da manhã quando só queria estar na sua caminha descansada!
- Já ouviste falar dos Tokio Hotel? – Perguntou ele, olhando para a expressão da cara dela. Se ela estivesse a mentir era agora que saberia.
- Infelizmente.
“Infelizmente???”
pensou ele “A miúda está-me a dar um baile daqueles”.
- Estou a ver que gostas de Tokio Hotel
. – Disse ele.
- Sim. Adoro! Principalmente as pitas histéricas que gritam e choram como se o mundo acabasse, quando os vêem! – Disse ela ironicamente. A verdade é que lhe fazia imensa confusão, ela sempre tinha gostado de música, mas nunca tinha compreendido o porquê da histeria daquelas miúdas ao ver um grupo de rapazes. Mas sabia que era da idade e das hormonas, haveria de passar.
- Disseste que era no fim da rua à esquerda ou à direita? – Voltou a perguntar, só para ter a certeza.
- Esquerda– Fez uma pausa, não sabia o que dizer. Tinha sido apanhado desprevenido. Há muito tempo que ele não conhecia uma rapariga que o atraía e não lhe passava cartão, principalmente, uma rapariga que não sabia quem ele era realmente. – Tom – disse ele involuntariamente.
- Tom? – Repetiu ela.
- Sim, o meu nome é Tom.

Estavam quase a chegar a casa dele. Não sabia porquê, já não via o puto parvo como a personagem bêbada da discoteca. “Porque é que os rapazes inventam sempre histórias para nos levar para a cama, quando se forem normais têm muito mais hipóteses?” – pensou Carol.

- É ali ao fundo, naquele prédio amarelo. – Disse Tom

Estavam numa das avenidas principais da cidade. Carol estacionou mesmo à porta do prédio, e saiu do carro. Por sorte morava a uns 10minutos a pé. Ela adorava andar a pé, por isso não ia ser um grande sacrifício.

- Ainda não me disseste o teu nome... - Disse Tom, enquanto procurava no seu bolso direito a chave de casa.
- Caroline, mas toda a gente me trata por Carol.
- Adoro esse nome
– disse ele enquanto procurava incessantemente a chave de casa no bolso esquerdo das suas largas calças.
- Bem Tom. Obrigada pela boleia, está na hora de ir para casa – Disse ela preparando-se para dar meia volta e seguir caminho.
- Espera – enquanto procurava a chave de casa nos bolsos do casaco – Ainda não estou são e salvo em casa, posso-me perder no elevador ou nas escadas…
Carol sorria, “As desculpas que ele inventa!”.

Reparou em algo que ainda não tinha reparado até então, as mãos dele. Que mãos! Dedos fininhos e compridos. Eram lindas! E via-se que eram bem cuidadas. Sempre tinha visto as mãos como um espelho daquilo que as pessoas são, e as dele contavam-lhe segredos e mistérios que ela adoraria desvendar.

- É impressão minha ou perdeste mesmo alguma coisa? – Disse ela a rir enquanto observava o ar de pânico de Tom à procura das chaves de casa.

Tom continuava a procurar nos seus largos bolsos, e chegava à mesma conclusão que Carol. Estava oficialmente na rua! Sem chaves de casa! Logo na noite em que o irmão tinha ido dormir a casa do Andreas! “Boaaaa Tom, tu com a miúda à porta de casa, e foste-te logo esquecer das chaves hoje!!!”

- Acho que hoje durmo na rua! – Disse Tom.

Riram-se ambos!

- Sim senhor, convidas-me para vir até tua casa e depois nem chaves tens! Se calhar nem moras aqui! – Disse Carol, divertida com a situação.
- A sério que moro! E não moro sozinho, divido o apartamento com o meu irmão. Mas logo hoje ele não dorme em casa… – Tom nem acreditava, era a noite perfeita, tinha a casa toda para ele e afinal, não ia haver festa para ninguém!

Carol, sentia-se mal em deixá-lo ali. Embora ele pudesse perfeitamente dormir no carro e iria com certeza dormir melhor que muita gente na sua própria cama. Mas também não era a primeira vez que levava rapazes que não conhecia bem para sua casa, não que fosse um hábito, tinha acontecido duas ou três vezes. E nunca lhe tinham corrido mal. Aliás tinham corrido muito bem, muito bem mesmo. Noites memoráveis!

- Se quiseres podes vir para minha casa – Disse Carol, mas ao ver o ar entusiasmado de Tom acrescentou – Só para não dormires na rua…

Tom sorriu maliciosamente. Mesmo que fosse essa a verdadeira razão daquele convite, ele não iria desistir tão facilmente. A noite ainda era uma criança.
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MensagemAssunto: Re: In die Nacht   Seg Nov 17, 2008 1:30 pm

DIKASSSSSSSSSSSss. Sou tua fã . Oh Gott, nunca tinha visto fic's tão BOAS ! MEIN GOTT! Continua continua *_*

Küss, RuteKaulitz <3
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dikas



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MensagemAssunto: Re: In die Nacht   Seg Nov 17, 2008 2:00 pm

RuteKaulitz <3 escreveu:
DIKASSSSSSSSSSSss. Sou tua fã . Oh Gott, nunca tinha visto fic's tão BOAS ! MEIN GOTT! Continua continua *_*

Küss, RuteKaulitz <3


OoHhhhhh..... a sério??? Embarassed Embarassed Embarassed Embarassed
Deixaste.me sem graça.... kostumas ler as minhas fics nos outros foruns?

* * * KiSSEs * * *
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MensagemAssunto: Re: In die Nacht   Seg Nov 17, 2008 2:14 pm

Não costumo !:X
eu perco-me lá ! xD
Aqui é mais acessível !
Mas continua ! Estou a amar mesmo mesmo mesmo *_*
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Catz Kaulitz



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MensagemAssunto: Re: In die Nacht   Seg Nov 17, 2008 2:24 pm

Ahh Dikinhas a In die Nacht *.*
ALTAMENTE viciante MESMOO !

Rute, tu vais morrer com tanta emoção, mesmoo !!
A Dikas tem uma escrita fabulosa !
LÊ MESMOO *.*
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dikas



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MensagemAssunto: Re: In die Nacht   Seg Nov 17, 2008 5:54 pm

RuteKaulitz <3 escreveu:
Não costumo !:X
eu perco-me lá ! xD
Aqui é mais acessível !
Mas continua ! Estou a amar mesmo mesmo mesmo *_*


Pois... no outro forum há tanta koisa k é fácil a pessoa perder.se!!! tongue
Então se és uma nova leitora ... espero k gostes da fic Wink Wink Wink que te dê tanto prazer a lê-la como me deu a escrevê-la Wink Wink Wink

* * * KiSsEs * * *
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dikas



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MensagemAssunto: Re: In die Nacht   Seg Nov 17, 2008 5:56 pm

Catz Kaulitz escreveu:
Ahh Dikinhas a In die Nacht *.*
ALTAMENTE viciante MESMOO !

Rute, tu vais morrer com tanta emoção, mesmoo !!
A Dikas tem uma escrita fabulosa !
LÊ MESMOO *.*


Sweeeeeeeeeeeety tongue
É mesmo.... esta fic é uma droga.... a pessoa komeça a ler e não dá para parar Wink
BiGada pelos elogios sweety.....fiko muito kontente kom eles....só me deixas babada....mas tu tens esse poder sobre mim tongue
O forum tá lindoooooooooooooooooooooooo.... adoro!!!!! Já estou fã!!!!
(adoro o fundo cinzento com o contraste com a cor das letras, tá brutal!!! AdoRei!)

* * * KiSsEs * * *
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dikas



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MensagemAssunto: Re: In die Nacht   Seg Nov 17, 2008 5:57 pm

3º Capitulo


Estava finalmente em casa.
Não tinha pensado em trazer companhia, mas também não podia considerar o Tom companhia, porque não tinha qualquer intenção de passar a noite com ele, estava apenas a ser simpática, sabia que se o tivesse deixado sozinho à porta de casa dele ia sentir remorsos de não ter feito nada.

- Entra! Não ligues à desarrumação. Isto de viver sozinha tem muito que se lhe diga! – Disse Carol fazendo sinal para que Tom entrasse no seu apartamento.

Era um apartamento pequeno, um T2, onde vivia à dois anos. Na realidade o apartamento não estava assim tão desarrumado, tirando o quarto dela, que como qualquer quarto de rapariga antes de sair à noite tinha roupa espalhada por todo o lado.

- Queres beber ou comer alguma coisa? – Perguntou Carol.
- Não. Obrigado! – Disse Tom, enquanto percorria com os seus olhos a sala simples (patrocinada pelo IKEA) mas de muito bom gosto.
- Ok! Vou-te buscar uma almofada e roupa de cama. – Disse Carol enquanto de dirigia ao seu quarto.

“Está bem…mas estás só a ter trabalho desnecessário” – pensou Tom. Sabia que assim que se empenhasse em seduzi-la com o seu charme não havia maneira de ela o negar e ignorar a sua conversa. Sabia-o! Era sempre assim, elas faziam-se de difíceis mas cediam à primeira investida.
Carol, regressou à sala acompanhada de um conjunto de lençóis e almofada, e começou a abrir o seu sofá cama, enquanto Tom olhava para ela espantado, ela não lhe estava mesmo a ligar nenhuma.

- Já agora podias dar-me uma mãozinha! – Disse Carol ao ver Tom de pé sem fazer nada.
- Até te dou duas… – Disse sedutoramente enquanto passava a língua pelo piercing que tinha rente ao lábio inferior.

Carol sabia que ele a tentava provocar, e a melhor maneira de passar aquela noite descansada era não lhe dar muita atenção e ignorar as investidas de Tom, por isso, ignorou o olhar provocador de Tom e continuou a fazer-lhe a cama, desta vez com ele a ajudar.
Não demorou muito até Tom se encontrar perto de Carol, e ao vê-la tão empenhada a fazer a sua cama, (cama que dependendo dele ia ficar vazia) e dobrada sobre ela a entalar as pontas do lençol debaixo do colchão, sentiu um impulso incontrolável e segurando-a pela cintura puxou-a contra si, sentindo o seu corpo pressionado contra o dele e beijou-a ferozmente, como se o mundo acabasse ali, naquele momento e a sua salvação dependesse daquele beijo. Beijou-a deixando o álcool que ainda tinha no corpo tomar conta de si. Um beijo veloz com investidas eficazes da sua língua.
Carol sentiu-se assolada com aquele beijo. Não estava à espera que Tom lhe roubasse um beijo naquela altura, (sim porque já lhe tinha passado pela cabeça a possibilidade de ele tentar alguma investida, mas não assim). Sentiu as pernas estremecerem, há muito tempo que não sabia o que era um beijo daqueles, parecia que lhe ia sugar a alma e deixá-la sem forças. Não teve reacção imediata, a não ser retribuir aquele beijo, mas pouco depois, caiu em si, e afastou-o com violência, fazendo-o andar uns passos para trás. Sentia as pernas tremerem descontroladamente, não sabia se ia conseguir sair daquele sítio, se teria forças para chegar ao seu quarto, mas não se ia deixar ficar por ali.

- Olha, se quiseres faz tu o resto da cama…. – Disse num tom ofendido. Virou costas e foi num passo decidido até ao seu quarto, deixando Tom para trás.

Tom não acreditava. Ela tinha acabado de lhe dar um beijo daqueles, sim porque ela tinha retribuído, não era imaginação da cabeça dele, e tinha-o deixado ali sozinho, no meio da sala, com a cama a meio e a cabeça a voar bem alto a imaginar que afinal aquele sofá cama poderia ter sido um sitio perfeito para se dormir… acompanhado.
Carol entrou no quarto e fechou a porta atrás de si, não sabia exactamente como tinha chegado até lá. A sua respiração ofegava, sentia-se sem ar, e as pernas ainda estremeciam com falta de força.
Não sabia o que sentir, tinha sido um beijo daqueles. Sem dúvida no top 3 dos melhores que já tinha dado, e de um puto bêbado que ia dormir na sua sala naquela noite. Mas não estava disposta a ceder assim do nada, se ele queria alguma coisa tinha de primeiro provar o seu valor.
Embora aquele beijo e a pressão com que as mãos dele a pressionavam contra si no momento em que a beijava não deixavam réstias de dúvida. “O puto sabe o que faz….” – Pensou ao mesmo tempo que esboçava um sorriso.
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dikas



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MensagemAssunto: Re: In die Nacht   Seg Nov 17, 2008 5:57 pm

4º Capitulo



Já estava deitada à meia hora, mas não conseguia dormir. Dava voltas e reviravoltas na sua cama, a pensar nele, e naquele beijo, e como ele estava ali ao lado, e como queria ceder, e como não podia ceder, e como as mãos dele eram fortes e se sentia protegida nelas, e como o seu piercing era duro e flexível quando lhe tocava, e como não podia estar a pensar naquilo, tinha de dormir, amanhã seria um novo dia e tudo estaria mais calmo.

Estava com a cabeça a mil à hora, nem se apercebeu imediatamente do que estava a acontecer. Abriu os olhos e viu a forma de um rapaz de cabelos compridos à porta do seu quarto. Era Tom. Dava um passo em frente e apalpava a parede enquanto os seus olhos se habituavam à escuridão do quarto. Carol pensou em mil e uma coisas, principalmente naquilo que ia ou devia fazer, mas ela estava confusa, não sabia o que queria. Preferiu manter-se de olhos fechados e ver o que ele fazia.

Tom começava agora a ver para além da escuridão do quarto. Não tinha intenções de sair daquele quarto tão cedo, sentia-se ainda possuído pelo álcool e por aquele beijo, sabia que ela o queria. Aproximou-se de onde Carol estava deitada batendo com as canelas contra a sua cama baixa. Pensou que a teria acordado, mas ela não se mexia, continuava na mesma posição de olhos fechados. Não sabia o que fazer, nunca se tinha visto naquela situação, de ser rejeitado e ter de ir atrás da rapariga, mas optou por se sentar na cama, e meio atrapalhado colocou os cotovelos sobre os joelhos e pôs as mãos sobre a sua cara enquanto pensava.

Carol tinha sentido a aproximação de Tom, sabia que ele se tinha sentado na sua cama. Sentiu o seu corpo estremecer involuntariamente, não acreditava que ele lhe provocasse este efeito com um só beijo roubado! Mas não viu qualquer reacção de Tom e decidiu abrir os olhos ligeiramente para espreitar. Deparou-se com um Tom de cara enterrada nas mãos. Sentiu um impulso de ir ao encontro dele, estava decidida, vê-lo ali tão vulnerável à sua frente despertou em si algo que a fez colocar a sua mão nas costas de Tom, para sua surpresa a sua mão tinha acabado de tocar numas costas nuas, de pele macia e suave.

Tom estremeceu, estava concentrado em engendrar um plano de ataque ou fuga, nem se apercebeu que Carol tinha acordado, mas agora sentia-a acariciar as suas costas. Virou-se para trás ao mesmo tempo que ela se sentava na cama, e olhou-a por entre a escuridão. Carol não hesitava mais, estava decidida em dar-se a si mesma aquela noite de prazer. Porque não? Se ela o queria e ansiava pelas mãos dele! Passou a sua mão no peito de Tom enquanto ele incrédulo estremecia arrepiado, ajoelhou-se na cama e passou a sua perna direita por cima das pernas de Tom, ficando em cima dele. Tom tentou beijá-la, mas ela fugiu do seu beijo, “Se é para ser, vai ser à minha maneira. Quem manda sou eu!” – Pensou Carol, empurrou o tronco de Tom para trás e acariciou-lhe o peito descoberto, enquanto Tom segurava as suas ancas e subia as mãos devagarinho perscrutando todos os centímetros do corpo de Carol, tirando-lhe a parte de cima do pijama. A tensão subia. Carol dobrou-se sobre ele e percorreu o longo caminho que ia desde o umbigo até ao queixo de Tom com a sua língua, provocando arrepios a Tom, ao chegar ao queixo dele, mordeu-lhe levemente o piercing que espreitava nos lábios entreabertos de Tom, ao sentir um leve arrepio nele, mordeu-lhe o piercing com força, obtendo uma reacção que foi um misto de dor e prazer. Estava pronta para ele! Assaltou-lhe a boca violentamente na esperança de recuperar a tensão criada na sala à meia hora atrás.
Tom sentiu uma onda de prazer e satisfação subir-lhe pela espinha acima, a miúda era incrível, dominava. Não sabia porquê, mas sentia-se inibido com ela, ele queria tudo o que ela lhe tinha para dar, e no entanto não se sentia na sua melhor forma. Resolveu tomar uma atitude brusca, se ela queria festa a sério, ele estava à altura, pegou na cintura de Carol e mandou-a para o seu lado direito, pondo-se por cima dela, beijou cada centímetro daquele corpo que ele tinha sentido com as suas mãos à segundos atrás, deteve-se no pescoço dela. Cheirava tão bem, não conseguia identificar o perfume, mas apetecia devorá-la naquela essência, demorou-se pelo seu pescoço, ao mesmo tempo que o lambia e beijava empenhadamente. Carol gostava dele assim….empenhado em satisfazê-la! “Mas porque é que ele não avança com a coisa? É preciso ser eu a fazer tudo” – Pensou Carol – “Não seja por isso…”, puxou os boxers de Tom para baixo e sussurrou-lhe ao ouvido:

- Faz-me perder a cabeça!

Não sabia o que se passava, ele queria! Se queria! Tinha a miúda ali, no ponto a implorar que ele a tomasse e invadisse aquele corpo que ansiava pelo prazer que o seu lhe iria proporcionar, mas não conseguia, não tinha nenhuma reacção das suas partes baixas. Estava confuso, não percebia como é que isto lhe estava a acontecer, ele queria mesmo, isto nunca lhe tinha acontecido, sempre se tinha portado à altura do seu nome e fama!

- Tom… faz-me sentir viva! – Sussurrou Carol, não percebendo o porquê da hesitação de Tom.

Não sabia como o dizer, mas….

- Não posso – Disse Tom afastando-se daquele corpo que gritava pelo seu.
- Claro que podes! – Disse Carol puxando-o com força para si e beijando-o provocadoramente. Mas Tom afastou-se não respondendo à provocação.
- Não consigo…não sei o que se passa comigo! Isto nunca me aconteceu! – Confessou Tom num misto de vergonha e frustração, enquanto se sentava na cama.

Carol não queria acreditar, tanta coisa, tanta coisa, e agora que ela o queria e desejava, ele não se aguentava. “Porcaria do álcool!” pensou ela, com a quantidade de álcool que ele tinha bebido podia ser a Angelina Jolie à frente dele que a coisa ia no mesmo caminho. Ajoelhou-se às costas de Tom e passou os seus braços no pescoço dele, beijou-o levemente provocando-lhe um arrepio.

- Não te preocupes. Sabes que com a quantidade de álcool que bebeste teres dado com o meu quarto às escuras numa casa que não conheces já foi uma vitória – Disse Carol enquanto sorria e lhe beijava o pescoço.
Tom sorriu inibidamente. Nem queria acreditar naquilo que lhe tinha acontecido, apetecia-lhe desaparecer e nunca mais ver a rapariga à frente.

Carol deitou-se na sua cama e puxou-o para si. Sabia que não teria a noite de prazer pela qual ansiou no momento em que aquelas mãos lhe tocaram pela primeira vez, mas ao menos não dormia sozinha, ele estava ali, e na manhã seguinte ele poderia provar-lhe o que valia.
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*Nicki*



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MensagemAssunto: Re: In die Nacht   Ter Nov 18, 2008 7:21 am

WoooW *____*
Aqui a Nicki esta a amar ler a tua fic*___*
esta mesmo perfeita ... What a Face
escreves muito bem^^ Very Happy
Parabens^^
Passa pela minha se quiseres<3

Bussi *Nicki*
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MensagemAssunto: Re: In die Nacht   Ter Nov 18, 2008 10:58 am

*Nicki* escreveu:
WoooW *____*
Aqui a Nicki esta a amar ler a tua fic*___*
esta mesmo perfeita ... What a Face
escreves muito bem^^ Very Happy
Parabens^^
Passa pela minha se quiseres<3

Bussi *Nicki*

Que bom Nicki Wink
Fiko muito kontente que estejas a gostar!!! E espero assim continues Wink Wink Wink

* * * KiSSEs * * *
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dikas



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MensagemAssunto: Re: In die Nacht   Ter Nov 18, 2008 5:18 pm

5º Capitulo



Abriu os olhos devagar, sabia que ele estava ali e não o queria acordar. Espreguiçou-se e lembrou-se da noite anterior – “Que loucura!”. Por momentos ficou contente por ter sido abandonada na discoteca pela Nat. Olhou para o seu lado esquerdo onde estava deitado Tom, e não o viu. Não gostava nada que se pusessem a passear na sua casa enquanto ela dormia, gostava da sua privacidade acima de tudo. Levantou-se e procurou-o pela casa, não o encontrou em lado nenhum!

Tom tinha acordado cerca de 1hora antes de Carol. Olhou para ela enquanto dormia pacificamente e deteve-se a pensar em como era possível que lhe tivesse acontecido aquilo a ele. Estava mal, não se sentia bem nem à altura daquela rapariga que o tinha apoiado e acarinhado sem sequer o conhecer mesmo depois da péssima exibição da noite anterior.
Levantou-se devagar sem fazer barulho e sentiu a cabeça latejar. Foi à casa de banho passar a cara por água, e seguiu caminho até à sala onde se voltou a vestir e a dobrar a roupa de cama que tinha ficado na sala. Ia sair, mas deteve-se ao ver um bloquinho de notas e uma caneta, no móvel da entrada onde estava o telefone, escreveu nele e arrancou a folha, colocando-a em cima dos lençóis que tinha acabado de dobrar e saiu.

Carol chegou à sala e viu os lençóis dobrados e uma nota por cima deles que dizia simplesmente: ”Desculpa”. Não sabia porquê, mas não se sentia desiludida com ele, tinha passado uma noite agradável na sua companhia, mesmo que frustrada até certo ponto, sentia-se feliz. Tinha de falar com Nat, afinal de contas ela é que tinha visto o potencial escondido no Tom.

Neutral Neutral Neutral Neutral Neutral Neutral Neutral Neutral Neutral

Chegou a casa de Andreas e tocou à campainha. Abriu-lhe a porta um Andreas muito ensonado.

- Então Tom? Tásse? – Disse Andreas enquanto abria a boca.
- Ja. Pá…mais ou menos. Nem sabes o que me aconteceu a noite passada. – Disse Tom. Tinha que desabafar, e com quem mais poderia fazê-lo senão com o seu melhor amigo, ele sabia que Andreas não o ia gozar. Contou-lhe tudo o que se tinha passado na noite anterior enquanto comiam um bom pequeno-almoço na cozinha.
- Estás a gozar? Tu, com problemas em …? Só podes estar a gozar comigo! – Disse Andreas sorrindo, sem acreditar naquilo que o amigo lhe dizia.
- Pá, não te rias! Não estou a gozar! – Disse Tom, enquanto Bill se juntava a eles.
- Maninho. Tão cedo por aqui? Não consegues ver-me fora de casa uma noite que vens logo a correr atrás de mim! – Bill conhecia o seu irmão gémeo como ninguém, e mesmo antes de terminar a frase sabia que a razão pela qual o irmão estava ali naquela cozinha aquela hora não podia ser boa – O que é que aconteceu?

Tom contou a história novamente, enquanto Andreas olhava para ele espantado e pensava “Ele não está mesmo a inventar a história! Que cena!”. Bill ria descaradamente na cara do irmão.

- Vês no que dá? Deste tanto uso ao pequeno Tommi que ele estragou-se!
- Fogo Bill, não gozes! Não sabes o que é ter a rapariga ali mesmo à tua frente e sentires-te literalmente impotente!
– Disse Tom num tom desesperado.
- Tens razão, não sei mesmo o que isso é! O meu Billy nunca me deixou ficar mal, pode trabalhar pouco mas quando trabalha não há feriados nem férias que o façam parar – Disse Bill e soltou uma gargalhada trocando olhares com Andreas que se agarrava à barriga a rir da situação insólita.

Não estava à espera daquela reacção do irmão e do melhor amigo.
Ok, ele sabia que ia ser gozado, afinal a fama de Tom Kaulitz era conhecida mundialmente e agora tinha ido tudo pelo cano abaixo. Pediu ao irmão a chave de casa, tinha que tomar um bom duche e ver se dormia para esquecer aquela dor de cabeça latejante e o fracasso da noite passada. Mas Bill resolveu apanhar boleia com ele, e não se conteve no caminho para casa em gozar um pouco mais com ele, frisando sempre o facto do pequeno Tommi estar de greve.
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dikas



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MensagemAssunto: Re: In die Nacht   Ter Nov 18, 2008 5:19 pm

6º Capitulo



Tom estava a tomar banho. A cabeça não parava de pensar na noite anterior, como é que era possível. Ainda estava incrédulo. Seria mesmo do álcool ou estava a perder potencial? Ele sabia que estava excitado e que a queria, mas porque é que não tinha conseguido? Saiu do banho e dirigiu-se até ao seu quarto de toalha enrolada à volta da cintura.
Tinha que dormir. A noite passada só dormira umas 3 horas torturando-se com o que tinha acontecido. Vestiu-se e procurou o seu telemóvel. Ia desligá-lo, não queria saber de nada nem ninguém, se acontecesse alguma coisa importante falavam com o Bill e ele comunicava-lhe. Mas… e onde estava o seu telemóvel? “Fogo Tom, só não perdes a cabeça. Isto anda a correr mal” pensou, enquanto apalpava os bolsos das calças e casaco da noite anterior. Lembrou-se então…


Wink Wink Wink Wink Wink Wink Wink Wink Wink


Tinha acabado de contar tudo a Nat, que ficara estupefacta com o facto da amiga ter levado o puto melga e bêbado para casa e ainda se admirar de ele não ter tido pedalada para ela. Mas Carol não se importava, sentia-se bem consigo mesma, e isso era mais importante. Nem queria saber se ele tinha ido embora ou não sem a acordar .
Tomou um bom banho, comeu qualquer coisa e preparava-se para sair, quando ouviu um telefone tocar. “Estranho! Eu não tenho este toque!”. Seguiu o som e foi dar com um telemóvel topo de gama da Nokia, pousado ao pé do seu telefone de casa, na mesinha que tinha perto da entrada. “Deve ser do Tom”, e sem saber porquê sorriu lembrando-se daquelas mãos a percorrerem-lhe o corpo na noite anterior.
Olhou para o visor que dizia: Casa. Sem saber o que fazer resolveu atender:

- Estou? – Disse ela a medo.
- Estou. Carol? – Perguntava uma voz do outro lado do telefone.
- Sim…
- É o Tom…da noite passada
– sentia-se estúpido pela descrição, mas não sabia como lhe explicar quem era.
- Ah… Olá Tom. Vi o recado que deixaste. Não precisavas de pedir desculpa, são coisas que acontecem… - Disse sem pensar.
- Pois… mas senti-me na obrigação de dizer algo antes de sair… Mas entretanto pousei o telemóvel naquele móvel que tens ao pé da porta de entrada enquanto escrevia a nota e esqueci-me dele.
- Pois, já reparei que sim. Então e como queres fazer?
– Perguntou Carol
- Não sei, podíamos combinar um café ou algo do género para mo dares! – Disse Tom. Nem acreditava que ia ter que olhar nos olhos daquela rapariga de novo. Que vergonha. Só lhe apetecia desaparecer! Ela que enviasse o telemóvel por correio…
- Parece-me bem – Disse Carol enquanto esboçava um sorriso. Estava desejosa de ver aquelas mãos de novo, de o poder olhar nos olhos. Não se lembrava de como eram os seus olhos…
- Ok, então passo aí a seguir ao jantar, lá pelas 22h e apanho-te para irmos a um sítio que conheço onde se está na boa.
- Combinado. Então até logo Tom
– disse Carol enquanto se preparava para desligar o telemóvel, mas esperava ouvir alguma palavra do outro lado da linha, e bem podia esperar, porque não obteve resposta do outro lado. Ele tinha desligado o telefone, “O Sr. grande ego deve estar com o ego todo em baixo” pensou Carol.


Wink Wink Wink Wink Wink Wink Wink Wink Wink


Nem acreditava. Tinha acabado de falar com ela, e o telefone estava mesmo lá. Agora tinha que a ver novamente. Ainda por cima ela tinha de falar sobre a noite passada! Porque é que não se podia passar uma borracha por cima de tudo e avançar como se nada fosse? “Maldito álcool!”
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MensagemAssunto: Re: In die Nacht   Qua Nov 19, 2008 11:38 am

HAllo... Hallo Menina DIkas... Tanbem anda por estes lados Razz

QUERO QUE SAIBAM QUE ELA ESCREVE MUITISSIMO BEM MAS MESMO MESMO BEM NÃO ESTOU A BRINCARRR LEIAM ATÉ AO FIM PORQUE VALE APENA =DEU tinha que o Dizer Razz

ja comecei a ler esta Fic. vou um pouquinho mais avançada mas nao fáz mal XD
começo agora a ler aqui Razz e a comentar =D

sabes isto tem graça... na Wir eu imagino a Dreia e a Bea de uma forma...XD
aqui imagino a Carol de outra =D
Que giroo =D=D=D
XD

AHAHA o TOm ficar impotente HAHA bem feita XD
demais Razz HAHAHA o que eu me ri... A Carol é selvagem Razz atacou - o como uma fera Razz
logo por azar o outro leão estava anestesiado Razz

Beijinhoss Schatzii =D
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MensagemAssunto: Re: In die Nacht   Qua Nov 19, 2008 4:15 pm

Meninas, meus amores, tenham atenção ás regras das FF, certifiquem-se que as colocas e se estão de acordo com as regras do forúm por favor Very Happy

Beijinhos grandes

Continuem com o óptimo trabalho! Wink
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MensagemAssunto: Re: In die Nacht   Qua Nov 19, 2008 5:57 pm

Indi escreveu:
HAllo... Hallo Menina DIkas... Tanbem anda por estes lados Razz

QUERO QUE SAIBAM QUE ELA ESCREVE MUITISSIMO BEM MAS MESMO MESMO BEM NÃO ESTOU A BRINCARRR LEIAM ATÉ AO FIM PORQUE VALE APENA =DEU tinha que o Dizer Razz

ja comecei a ler esta Fic. vou um pouquinho mais avançada mas nao fáz mal XD
começo agora a ler aqui Razz e a comentar =D

sabes isto tem graça... na Wir eu imagino a Dreia e a Bea de uma forma...XD
aqui imagino a Carol de outra =D
Que giroo =D=D=D
XD

AHAHA o TOm ficar impotente HAHA bem feita XD
demais Razz HAHAHA o que eu me ri... A Carol é selvagem Razz atacou - o como uma fera Razz
logo por azar o outro leão estava anestesiado Razz

Beijinhoss Schatzii =D


Oohhhhh.... Embarassed Embarassed Embarassed Embarassed Embarassed Embarassed
Deixaste.me totalmente sem graça sweety!! não tava nada Ààespera de te encontrar aki e de ter uma mensagem tão lindinha tua Embarassed Embarassed Embarassed Embarassed Embarassed

Ohhhhh...e vai seguir a In Die Nacht por aki??? Oh Gott.... tu não existes..... Embarassed Embarassed Embarassed Embarassed
BiGaDa sweety.... fikei mesmo sentida com o teu komment!!!
E fiko imensamente kontente em konseguir dar diferentes tonalidades às personagens... não keria k nenhuma delas fosse igual mesmo...se o konsegui fiko muito kontente!!! Wink Wink Wink

* * * KiSsEs GrAndEs * * *
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MensagemAssunto: Re: In die Nacht   Qua Nov 19, 2008 5:59 pm

Anokas escreveu:
Meninas, meus amores, tenham atenção ás regras das FF, certifiquem-se que as colocas e se estão de acordo com as regras do forúm por favor Very Happy

Beijinhos grandes

Continuem com o óptimo trabalho! Wink

Penso que esteja tudo em ordem.... MeRci pelo aviso Wink

* * * KiSsEs * * *
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MensagemAssunto: Re: In die Nacht   Qua Nov 19, 2008 5:59 pm

7º Capitulo


Faltavam 15 minutos para as 22h e Carol ainda não sabia o que vestir. Era sempre a mesma coisa. Mas desta vez era diferente, queria agradá-lo muito mais que a qualquer outro rapaz, queria que ele a desejasse no momento em que lhe pusesse os olhos em cima. De certa forma sentia-se menos atraente que o costume, e isso dificultava a escolha da roupa. Também a ela nunca lhe tinha acontecido ficar a meio. Tinha de provar a si mesma que não tinha sido por causa dela, tinha sido o efeito do álcool.
Não sabia para onde Tom a ia levar, mas achou por bem vestir um bom top, umas calças de ganga justinhas e colocar adereços para lhe darem um pouco mais de graça, se tivesse exagerado podia tirá-los discretamente e estaria simples, mas bem vestida.
Eram 22h. Desceu. À porta do seu prédio estava estacionado um Cadillac preto gigante que ela reconheceu da noite anterior. Encheu-se de coragem e entrou no carro.

Ele tinha acabado de chegar. Pontual como sempre. E viu-a sair do prédio. Estava linda! Sorriu e pensou “Ainda bem que me esqueci do telemóvel, tenho que usar esta táctica mais vezes!”.Ela entrou no carro….o cheiro! Era aquele cheiro que na noite anterior o tinha deixado louco, ela emanava por todos os poros o odor daquele perfume suave mas excitante. Gostava de poder voltar à noite anterior, sentia-se agora com a força necessária para a deixar de rastos. Mas não queria ter de passar pela mesma vergonha novamente. Na noite passada também estava cheio de vontade e tinha acontecido aquilo…

- Então onde vamos? – Perguntou Carol.
- Surpresa. Estás por minha conta. – Disse Tom sorrindo.

Arrancou com o carro.
Ia levá-la a um café escondido na zona da baixa, mas depois de a ver e sentir o seu cheiro (aquele cheiro!) tinha esquecido totalmente a missão: recuperar-o-telemóvel-e-nunca-mais-a-ver-à-frente. Tinha que por o menos estar com ela mais uma vez, sentia-se bem ao lado dela, e ela parecia não se importar com o que tinha acontecido. Ia levá-la ao seu sítio preferido…
Enquanto Tom guiava atentamente, Carol olhava para a estrada. Queria meter conversa com ele, estava um silêncio constrangedor no carro, mas não sabia o que dizer. Não o conhecia assim tão bem, e tudo o que sabia sobre ele, não era muito agradável, era melhor manter-se calada a ter de tocar no assunto da noite passada, ou o rapaz ainda se despistava. Resolveu então olhar pela janela, vendo a cidade repleta de luzes ficar para trás, ele estava a sair da cidade…”Onde será que ele me está a levar?” pensou, mas perdeu-se dos seus pensamentos ao ver as mãos dele agarradas ao volante, e sorriu ao lembrar-se daquelas mãos agarradas às suas ancas quando o tinha empurrado na sua cama. Tinha de dizer alguma coisa. O silêncio tornava-se ensurdecedor …

- Tiveste de ressaca?
- Desculpa? – Disse Tom. Ainda não tinham trocado uma palavra desde que ela tinha entrado no carro. Ele espreitava-a de vez em quando pelo canto do olho e ela parecia estar imersa nos seus pensamentos. Não estava à espera daquela pergunta. Nem sabia se tinha ouvido bem.
- Se hoje de manhã tiveste de ressaca?
- Sim, um bocadinho. Doía-me a cabeça! – Não queria tocar muito naquele assunto, tinha de fugir aquela conversa – Ontem acabei por nem te agradecer teres-me oferecido a tua casa para passar a noite, senão tinha ficado na rua. – Talvez lhe tivesse poupado um desgosto.
- Não tens que agradecer. Não te podia deixar ficar na rua depois de me teres dado boleia.
- Sim, mas não o tinhas de fazer. Obrigado! – Disse ele.
- Não tens de quê – disse ela com um sorriso tímido na cara

Estavam mesmo a chegar. Ele não tinha avisado de que ia a caminho, mas geralmente não havia problema, bastava aparecer que tratavam logo de lhe arranjar uma sala VIP e discreta para ele e as suas companhias.
Estacionou o carro e saíram.
Carol olhava para aquela casa abandonada no meio do nada. Literalmente no meio do nada! Estava dentro do que parecia ser uma propriedade privada com um vasto jardim à volta. À sua frente estava um casarão enorme de onde saíam luzes pelas janelas e música ecoava pelo enorme jardim.
À porta estava um homem vestido a rigor, que ao ver Tom se apressou a abrir-lhe a porta e num tom bastante cordial disse:
- Boa noite Sr. Kaulitz. Vou avisar a gerência de que nos fará companhia neste serão. Faça favor – enquanto fazia um gesto que parecia uma mistura de vénia com um convite a entrar na mansão.
Carol ficou surpresa, e espantada. Aquele nome não lhe era estranho. Kaulitz! Já o tinha ouvido antes. “Queres ver que ele é mesmo filhinho de um papá rico e famoso!” pensou ela.
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MensagemAssunto: Re: In die Nacht   Qua Nov 19, 2008 6:00 pm

Espero que gostem do capitulo, as coisas começam a aquecer... tongue


8º Capitulo


Era absolutamente incrível, nunca tinha estado num sítio daqueles.
A casa tinha uma escadaria monumental, daquelas que se vêem nos filmes, parecia um palácio por dentro. Repleta de pormenores e peças que sabia que tinham valor. Não era qualquer um que ia aquele sítio.
Seguiu Tom, enquanto este subia a escadaria principal.
Tom já conhecia aquele sítio como a palma das suas mãos. Não havia sitio melhor para passar uma boa noite. Era privado e a uns meros 30km de sua casa. Olhou de relance para Carol e viu-a fitar com um ar de espanto o interior da casa. Lembrou-se da primeira vez que ali entrara à dois anos atrás com o seu Manager e o resto da banda, eles tinham ficado assim, ou bastante pior, porque eram quatro e não pouparam as figuras de parvos e os risinhos. Sorriu. Sabia que tinha marcado uns pontinhos em levá-la para ali. Mas porque é que ele haveria de querer marcar pontos? Ele só queria o seu telemóvel de volta.

- Boa Noite Sr. Kaulitz. É sempre um prazer tê-lo na nossa companhia. E vejo que esta noite vem muito bem acompanhado – disse o gerente olhando para Carol com um sorriso estampado na cara – Reservei-lhe a sua sala preferida. Faça favor de me acompanhar.

Seguiram o gerente e ao fim de um pequeno corredor este fez um gesto cordial que indicava a sala que lhes estava destinada. Carol entrou na frente, seguida de Tom.
Carol conseguia perceber porque é que aquela era a sala preferida de Tom. Estavam numa sala isolada. O chão era feito de colchão e no centro estava um enorme puff gigantesco de cor vermelha, mas era um puff diferente do normal, tinha costas a toda a volta, tinha o formato de taça, uma vez lá sentados ficariam em privado. O tecto e as paredes eram pretas e decoradas com brilhantes que imitavam as estrelas, e à sua frente estava uma janela que ia do chão até ao tecto deixando ver uma paisagem límpida e desimpedida de prédios ou carros.
Carol foi até à janela enquanto Tom falava com o gerente e pedia uma bebida. Estaria a sonhar? Como é que nunca tinha descoberto aquele sítio?

- Gostas? – Ouviu uma voz atrás de si perguntar
- Se gosto? Adoro! Nunca tinha estado num sítio assim! – Disse ela sem pensar. Talvez devesse ter-se contido, mas estava realmente espantada
Tom sorriu, pousando a sua língua no piercing que exibia no lábio inferior. Sabia que ela ia gostar.
- Costumas trazer todas as raparigas aqui? – Perguntou Carol. Queria saber se se confirmava a sua primeira impressão dele. Seria um playboy que usava e abusava de quem bem queria?
- Não. Geralmente não passam da primeira noite. – Não percebia porque estava a dizer aquilo, que estupidez! Ela não tinha de saber.

Mas nem tinha pensado nisso…geralmente nunca passava de uma one night stand, nunca tinha levado nenhuma rapariga ali. Era o sítio dele, que partilhava com os seus amigos mais íntimos.
Carol não sabia o que dizer. Sentia-se envergonhada mas ao mesmo tempo excitada por aquilo que a rodeava. Resolveu sentar-se no enorme puff, mas era impossível permanecer só sentada, esticou-se e ficou deitada a olhar para o tecto da sala que brilhava.

- As sua bebida Sr. Kaulitz. Se precisar de mais alguma coisa, por favor, não hesite em chamar-me. – Disse o empregado educadamente.
- Obrigado.

Tom serviu duas taças de champagne e subiu para o puff, juntando-se a Carol, que continuava a fitar o tecto encantada com o que via.

- Estás mesmo impressionada! – Disse Tom rindo e oferecendo uma taça a Carol.
- Não sei como não descobri este sítio mais cedo! – Disse ela sentando-se de frente para Tom e pegando na taça de champagne.
- Ainda não me tinhas descoberto a mim! – Disse ele na esperança de a provocar. E conseguiu…

Carol bebeu a sua taça de champagne de uma só vez e pousou-a no chão. Chegou-se bem junto de Tom e tirou-lhe a taça da mão.

- Hoje não bebes! – Disse ela. E de um só trago bebeu o conteúdo da taça dele e pousou-a ao lado da sua.
- Estamos à vontade? – Perguntou ela enquanto o olhava nos olhos. Aqueles olhos amendoado de um tom castanho chocolate. Agora lembrava-se bem deles…
- …Sim! – disse ele calmamente ao sentir a respiração dela em si.

Carol aproximou-se dele, roçou o seu nariz no dele. Ele avançou para a beijar, mas ela desviou a cara para a esquerda e roçou a sua bochecha direita na bochecha dele, pouco a pouco foi substituindo a sua bochecha pelos seus lábios carnudos, num toque muito ao de leve, foi até ao pescoço de Tom e beijou-o.
Tom sentia-se possuído por aquela essência uma vez mais, ela estava ali à sua frente a provocá-lo. Aquele cheiro. Aqueles lábios macios de volta do seu pescoço. Mas ele só se lembrava da noite anterior, e tinha medo de uma vez mais falhar.
Carol percebeu que ele estava intimidado. Pousou as suas mãos na cara de Tom e com os polegares percorreu os seus lábios que se entreabriram. Tom fechou os olhos, queria senti-la. Os polegares foram substituídos pelos seus lábios que o devoravam com uma fome insaciável de quem tinha contas para por em dia e esperava a noite da sua vida naquele lugar mágico e inesquecível.
Tom cedeu ao beijo e puxou-a contra si, colocando-a no seu colo. Percorreu o corpo dela com as mãos, sentia-a arrepiar-se, arranhou-a por baixo do top, ao longo das suas costas fazendo com que ela soltasse um gemido de prazer e dor. Beijou cada centímetro que encontrou a descoberto: a sua cara, pescoço, ombros, peito e voltou a demorar-se no pescoço. Sabia que era o ponto fraco dela, mas não conseguia evitar o seu cheiro e sentir que tinha domínio sobre ela quando lhe tocava ali.
Carol estava disposta a possui-lo ali, naquele puff espaçoso. Queria senti-lo dentro dela de uma vez por todas, já não conseguia mais aguentar aqueles beijos e carícias. Mas algo o fez parar. Olhou para ele com um olhar suplicante.
- Não consigo! - Disse ele no pique da excitação.

Saiu da sala apressado, deixando-a sozinha e incrédula deitada no puff.
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MensagemAssunto: Re: In die Nacht   Qui Nov 20, 2008 6:52 am

aii mas o que é que se passa com o Tom? HAhAH
Será que o Bilokas tem razão? XD aquela alminha abusou de mais do seu brinquedo?
XD
coitados... mas bem feita ( calma aserio XD eu vingo-me aqui do Tom sobre a Wir XD é o meu pensamenteo nao consigo controlar XD )
o cenário era explendoroso *.*

****
EU adoro deixar-te sem graça XD tem graça Razz
digo apenas a verdade e nada mais que a verdade... Razz
sou muito sincera Razz
Beijinhos dikinhas não tens mesmo que agradecer =D
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MensagemAssunto: Re: In die Nacht   Qui Nov 20, 2008 4:24 pm

Indi escreveu:
aii mas o que é que se passa com o Tom? HAhAH
Será que o Bilokas tem razão? XD aquela alminha abusou de mais do seu brinquedo?
XD
coitados... mas bem feita ( calma aserio XD eu vingo-me aqui do Tom sobre a Wir XD é o meu pensamenteo nao consigo controlar XD )
o cenário era explendoroso *.*

****
EU adoro deixar-te sem graça XD tem graça Razz
digo apenas a verdade e nada mais que a verdade... Razz
sou muito sincera Razz
Beijinhos dikinhas não tens mesmo que agradecer =D


Ahhhhhhh pois é.... usou e abusou e agora PuFf....estragou Twisted Evil Twisted Evil Twisted Evil LolOlol
O cenário era tão perfeito.... e o ToMMizinho tinha de falhar....oh gente.... Laughing Laughing Laughing

Parece k ao dizeres a verdade me deixas assim... feita totó Embarassed Embarassed Embarassed
BiGaDa sweety!!!

* * * KiSses * * *
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MensagemAssunto: Re: In die Nacht   Qui Nov 20, 2008 6:58 pm

9º Capitulo Twisted Evil


Saiu da sala apressado, deixando-a sozinha e incrédula deitada no puff

Não conseguia acreditar. Era a segunda vez que ele a deixava pendurada. Seria culpa dela? Desta vez ele não tinha consumido álcool, só podia ser dela! Nunca lhe tinha acontecido. Era capaz de jurar que ele estava tão no momento quanto ela e que a queria e desejava. Não percebia.
Resolveu levantar-se e ajeitar o top e o cabelo. Bebeu de um só trago uma taça de champagne para se acalmar. Não podia deixar as coisas assim, ia falar com ele e saber o que se passava realmente. Começava a ficar preocupada.
Saiu da sala e não viu ninguém, só o corredor pelo qual tinham passado há pouco. De repente vê passar o empregado que lhes tinha levado o champagne e resolveu perguntar-lhe:

- Viu o Sr. Kaulitz? – sentiu-se ridícula em perguntar assim por ele, mas não sabia como o tratar.
- Vi sim senhora. O Sr. Kaulitz estava a ir na direcção da escadaria quando passou por mim.
- Obrigada

Desceu num passo acelerado a escadaria, e procurou por ele, mas não o viu em lado nenhum. Ele não podia ter ido embora. Não a ia deixar ali no meio do nada, sozinha e sem maneira de voltar para casa!
Foi até à entrada onde estava o porteiro que os tinha recebido e voltou a perguntar pelo Sr. Kaulitz, o porteiro educadamente informou-a que o Sr Kaulitz tinha ido passear nos jardins da mansão. “Boa!” pensou ela “ Foi espairecer!”.
Resolveu dar uma volta pelos vastos jardins, eram incríveis. Os arbustos estavam todos esculpidos em autênticas obras de arte, a relva estava aparadissima, e ao fundo via um pequeno lago selvagem onde se projectava a luz da lua. Como não o encontrava foi até lá, e sentou-se à beira da água. Ali ficou um bocado a mexer na água e a pensar naquelas duas últimas noites, na força daquele olhar, mãos e lábios e nos dois momentos em que ela ansiava por mais e ele deitava todas as suas esperanças por água abaixo.

Sentiu alguém aproximar-se. Olhou para trás e era ele. Tom sentou-se ao seu lado com um ar triste. Ela queria dizer-lhe algo: que acontecia e era normal, que mais dia, menos dia acontecia a todos os homens, mas não lhe saía nenhuma palavra. Também na sua cabeça andavam perguntas e perguntas à roda.

- Desculpa – disse ele muito baixo, quase imperceptível – Mas tenho medo…
- Medo? – perguntou ela sem perceber o que é que o medo tinha a ver com a situação.
- Tenho medo que se volte a repetir. Tenho medo de não conseguir, de não estar à altura… - só ele sabia como lhe custava admitir uma coisa daquelas.
- Mas estava a ir tudo bem, ou não? – perguntou ela na dúvida
- Sim. Oh pá, não quero que penses que tens alguma culpa nisto que me está a acontecer, porque não tens. Acredita que me deixas louco, não consigo tocar-te sem te querer ter por inteiro, não consigo beijar-te sem ansiar mais, mas… tenho medo que volte a acontecer o mesmo e parei antes de me arrepender.

Carol começava a compreender, não tinha acontecido nada desta vez. Ele estava apenas a sentir-se frustrado e assolado pelo pensamento de que a iria deixar novamente mal. Mas ela não se importava. Preferia tentar e não dar a ficar naquela ânsia e com aquele fogo dentro dela.

- Confia em mim… - disse ela num tom sedutor.
Pôs-se de pé num salto e começou a despir-se lentamente. Primeiro tirou o top…
- É melhor não insistir Carol… - mas antes de terminar foi atacado pelo top dela que lhe caia em cima da cabeça e sorriu. Aquela miúda era um mistério!

Carol nunca tinha feito aquilo a nenhum outro rapaz, mas queria-o tanto. Sedutoramente continuou a despir-se, descalçou os sapatos, projectando-os para o ar e tirou as calças, espetando o rabo bem para trás e roçando a ganga pelas suas pernas longas e macias. Tirou as calças e segurou-as pelas pernas, uma em cada mão, e envolveu o pescoço de Tom nelas puxando-o com força até si e obrigando-o a levantar-se.
Tom sentia-se bem, olhava para ela com admiração. Deixou-se levar.
Carol tirou-lhe o boné e mandou-o para longe, ia fazer companhia aos seus sapatos. Subiu-lhe a t-shirt, e enquanto a tirava dos braços de Tom beijou-lhe o peito desprotegido que se arrepiou com o toque frio dos seus lábios. Chegou até aos lábios dele e provocou-o mordendo impacientemente o lábio inferior, ao mesmo tempo que olhava para baixo a tentar perceber como lhe abrir o cinto daquelas calças gigantes. Conseguiu. Bastou soltar o cinto que as calças caíram-lhe. Abraçou o seu corpo semi-nu e beijou-o num beijo profundo e demorado à medida que sentia o corpo dele com as suas mãos. Tom estava nas nuvens, sentia-se extremamente atraído por aquela rapariga, algo lhe dizia que desta vez a história ia ser diferente.
Carol soltou o corpo de Tom quando sentiu que ele estava a pedir mais dela e olhou-o provocadoramente virando-lhe costas e entrando dentro do lago.

- Vem! – disse ela em modo de convite

Tom não hesitou, estava louco por a sentir novamente, e desta vez por inteiro. Entrou na água atrás dela e não demorou muito a alcançá-la e atacar furtivamente os seus lábios. Ela saltou-lhe para o colo, prendendo as suas pernas atrás das costas dele enquanto o beijava, e foi aí que o sentiu. Desta vez não havia engano, ele queria-a e desejava-a tanto quanto ela, ela sabia. Sorriu com um olhar maroto para ele e baixou-lhe os boxers. Tom estava radiante, afinal de contas o seu velho amigo estava de volta e ia provar que melhor que nunca. Tirou as cuecas de Carol e com um dos seus uivos de felicidade atirou-as para bem longe. Olhou para ela e não conseguiu evitar pensar que não quereria estar em mais lado nenhum que ali com ela! Sentiu e ouviu-a gemer de prazer ao penetrar no seu interior.

- Vais perder a cabeça… - sussurrou-lhe ele ao ouvido numa voz ofegante.
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MensagemAssunto: Re: In die Nacht   Qui Nov 20, 2008 6:59 pm

10º Capitulo


Acordou. A luz feria-lhe os olhos adormecidos. Espreguiçou-se e sorriu, enquanto pensava “Que Cena!” . Carol nem conseguia acreditar na noite passada, parecia um sonho. Tinha sido perfeita: o sítio, a companhia, o sexo… O seu corpo estava dorido mas a sua alma pairava nas nuvens.
Sentou-se na cama com um sorriso estúpido nos lábios, e alcançou com o braço direito o telemóvel que estava em cima da sua mesinha de cabeceira. Tinha de falar com Natalie, queria partilhar com alguém aquela experiência. Enviou-lhe uma mensagem a pedir que se encontrasse com ela no bar da faculdade a seguir ao almoço. Ligou o rádio aos altos berros e com um sorriso na cara dirigiu-se para a casa de banho onde tomou um longo banho. O seu corpo molhado lembrava-lhe o momento em que na noite anterior Tom a possuía dentro daquele lago iluminado pela lua. Estava feliz.

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Acordou. A luz feria-lhe os olhos adormecidos. Espreguiçou-se e sorriu enquanto pensava “Brutal!”. Tom estava deitado no sofá, nem tinha conseguido chegar à cama na noite passada. Estava exausto mas satisfeito. Oh se estava satisfeito! Tinha sido uma noite incrível, inesquecível. A forma como ela o tinha provocado e levado até à água onde se tinham unido deixava-o louco só de pensar.
Bill entra de rompante na sala e ao deparar-se com o irmão naquele estado, não conseguiu evitar dizer:

- Estou a ver que já tens o telemóvel… – disse ele, sorrindo com ar maroto e levantando a sobrancelha esquerda.
- Hm Hm – grunhiu Tom enquanto sorria.
- E o pequeno Tommi saiu de greve pelos vistos… – disse Bill sorrindo ao olhar para a cara de parvo de Tom. Aquela cara que ele punha todos as manhãs em que tinha tido acção na noite anterior.
- Hm Hm – grunhiu um Tom com um sorriso de orelha a orelha – E à grande maninho!
- Então? Conta… - disse Bill entusiasmado enquanto se sentava ao seu lado, pronto para ouvir mais um relato de uma noite tresloucada.
- Pá, não há muito para contar. Levei-a à mansão. A miúda ficou maluca e quando dei por mim estava dentro do lago a dar uso à minha virilidade – disse Tom, enquanto colocava a sua língua sobre o piercing e se lembrava daquele momento.
- Tu levas-te uma miúda à mansão? Deve-te ter dado à volta à cabeça… – retorquiu Bill impressionado
- Achas? – disse Tom como se estivesse ofendido com a afirmação do irmão – Nada disso!

Bill olhou para o irmão, conhecia-o tão bem, a coisa não podia ter sido assim tão simples como ele contava.

- Então… no lago! Essa é nova! – disse Bill a fugir do assunto
- Yup. E é uma experiência a repetir maninho. Foi brutal! – disse Tom num tom excitado.
- Estou a ver que sim. E quem é ela? – perguntou Bill para matar a sua curiosidade.
- Não conheces. Chama-se Carol. É a rapariga do telemóvel. – disse Tom fingindo-se desinteressado.
- Não acredito? Ela ainda te deu conversa depois do Tommizinho ter feito greve? Sim senhor… - disse Bill para provocar o irmão
- Oh maninho, acredita que neste momento a miúda não está a pensar na greve do Tommizinho! Está a pensar no Tommizinho trabalhador – disse Tom com um ar orgulhoso.

Bill não conseguiu evitar rir-se com a expressão do irmão. Tinha-o visto bastante em baixo no dia anterior. Era bom vê-lo feliz e contente de novo. Mas não acreditava no desprezo que ele dava à rapariga, via nos seus olhos um brilho muito particular.

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Quando Nat chegou ao bar, Carol já estava à sua espera impacientemente à 20minutos.

- Desculpa miga, atrasei-me a sair de casa – disse Nat enquanto dava dois beijos a Carol e se sentava na sua mesa. – Então, conta coisas…
- Nat tive a noite da vida…. – disse Carol com uma expressão de felicidade.
Carol contou tudo à amiga, com os mais ínfimos detalhes, as suas descrições deixaram a amiga espantada e ao mesmo tempo com uma réstia de inveja pela noite maravilhosa que obviamente a amiga tinha passado. No fim só foi capaz de dizer:
- Wow!
- Eu sei… foi incrível! – disse Carol com um sorriso estampado na sua cara.
- Então e agora? – perguntou Nat ansiosa por saber qual seria o próximo passo da amiga.

“Então e agora?” pensou Carol. Na realidade não tinha pensado nisso. Nem ela, nem Tom tinham dito nada naquela manhã seguinte. Não sabia o que devia fazer.

- Não sei! O que é que achas que deva fazer? – Perguntou uma Carol confusa.
- Gostaste? – perguntou Nat
- Claro que sim! – nem punha isso em questão!
- Divertiste-te?
- Ja. Muito! – respondeu excitada ao lembrar-se daqueles momentos em que Tom a segurava com as suas mãos forte.
- Então convida-o para fazer alguma coisa. – disse Nat com ar de que era a coisa mais simples do mundo
- Sim…mas o quê? – no fundo Carol não o conhecia, não sabia do que ele gostava. Mas sabia que ele frequentava sítios bons e que não se deveria contentar com pouco.
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MensagemAssunto: Re: In die Nacht   Hoje à(s) 1:08 am

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