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 Without You

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érre_schäfer



Mensagens : 4
Data de inscrição : 16/11/2008
Idade : 24

MensagemAssunto: Without You   Seg Nov 24, 2008 2:35 pm

Olááás!

Sooo eu tenho, vá, algumas coisas escritas. Mas sou muito critica em relação a tudo o que escrevo e normalmente não gosto. Mas gosto de opiniões. E por isso as vossas são sempre bem vindas. ^^
É com o Gustav, porque eu só me 'inspiro' mesmo com ele e depois é mais raro.

Ora temos... drama com romance? não sou boa nisto.


Shots não são o meu forte.

Whithout You.


Hoje posso afirmar que já suporto a tua ausência. Sobrevivo. Mas tu continuas sempre presente, demasiado presente.

Quando as forças acabam e tenho vontade de desistir e de ir ter contigo, lembro-me do teu sorriso.

Sorriso que poucos viram. Aliás muito poucos viram o teu verdadeiro sorriso e menos ainda ouviram as tuas gargalhadas contagiantes. Só os que tu amavas e os que querias perto de ti tiveram esse privilégio.

Quero-me recordar dos bons momentos e ficar para sempre presa a eles. Não consigo. É impossível. Lembrar-me do dia em que disseste que me amavas enquanto punhas a mesa, ou da vez em que os nossos corpos se tocaram, envolveram de uma maneira tão perfeita, é muito doloroso. Demasiado.

Porque é que partiste? Porquê? Não me podias deixar, não tinhas esse direito!
Às vezes acho-me tão egoísta por pensar desta maneira. Mas o tempo passa e a dor perdura gravada no meu peito e o nó na minha garganta mantém-se. Já pensei tantas vezes em desistir para ir ter contigo, para pudermos viver a eternidade que nos foi negada. Tal como prometemos um ao outro.

Quando se faz uma promessa não é suposto cumpri-la? Porque é que connosco as coisas não foram assim? Porquê tu?!
As perguntas surgem-me no cérebro, sem que eu lhes dê permissão para tal. Aparecem quando estou na cama, no banho, no trabalho…

Eu amo-te e disse-te que o ia fazer para sempre. Mas tenho tanto medo de falhar. Tenho medo um dia adormecer sem me lembrar de ti. Ou de um dia acordar e não estar agarrada à tua almofada.

Ás vezes penso que estou a enlouquecer, sabes? Oiço a tua voz quando mais preciso e no entanto sei que isso é impossível porque tu já não estás presente.

Lembrei-me agora da altura em que passei toda a noite a olhar para ti, a memorizar cada traço teu, certifiquei-me de gravar na minha mente cada traço angelical da tua face. Tenho tantas saudades de te tocar. O simples toque que me despertava todos os meus sentidos.

Um dia pensei por fim a tudo, à nossa relação. Tu nunca estavas presente e quando estavas tinhas de trabalhar imenso. Tu imploras-te que eu não te deixasse. Porque, segundo a tua opinião, viver sem mim, seria doloroso de mais.
E agora? Não é doloroso de mais? Estás a sofrer? Só queria que existissem respostas para todas as minhas perguntas. Mas sei que não há, porque tu não as ouves.

As memórias envolvem-me constantemente, será normal? Ai, não sei. Aliás nesta altura não sei de nada! Só sei que te perdi e sei que isso é para sempre. Essa é a minha única certeza.
Queria que nada do que se passou fosse real, queria que tudo não passasse de um sonho. Do qual vou acordar e vou ter-te a meu lado e vou poder tocar-te e beijar-te. Mas isso não vai acontecer porque quando acordo a única coisa que vejo é o teu lado da cama desocupado, os lençóis meticulosamente direitos. Não sei se consigo continuar este caminho, que dantes era o nosso, sozinha.

Acho que vou dar em louca. Porque é que o tempo não volta atrás? Se voltasse, não te deixava sair de casa. Nem tão pouco enfiares-te no carro numa estrada repleta de perigos.
Sabes uma coisa? Só preciso de ti a meu lado.

No dia em que partiste senti-me tão estranha, mesmo antes de te deixar sair de casa, senti vontade de te dizer o quão perfeito eras e que te amava. E disse, ainda bem que disse.
Quando o telefone tocou, soube o que era, do que se tratava. E quando a voz feminina do outro lado da linha confirmou as minhas suspeitas, senti o meu Mundo desvanecer-se, Senti-me cair num buraco sem fundo, senti-me ser sugada.

Tu morreste num acidente de automóvel. O destino é tão irónico. Tu tinhas sempre todo o cuidado, tinhas até demais e dizias vezes sem conta que se tivesses de morrer não iria certamente ser num acidente de automóvel.

Porquê tu, Gustav? Porquê tu?! Sei que as minhas perguntas nunca vão obter resposta alguma. E sei também que não há um porquê. Porque todos temos de morrer, mais cedo ou mais tarde e tu infelizmente foste mais cedo.

As tuas palavras ecoam-me na cabeça e sei que tenho de fazer o que sempre quiseste que eu fizesse. Em tom de brincadeira dizias imensas vezes que se tu morresses eu tinha de ser feliz.
E agora vou ser feliz, por ti. Por nós. Vou ser feliz e esperar que chegue a hora de ir ter contigo, porque sei que vais estar à minha espera.
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